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Início » TRE manda retirar pesquisa do ar por suspeita de manipulação contra Allyson

TRE manda retirar pesquisa do ar por suspeita de manipulação contra Allyson

Pesquisa incluiu perguntas específicas que tratavam de denúncias e de uma operação da PF associadas ao pré-candidato - Foto: José Aldenir/Agora RN

A Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte determinou, nesta quarta-feira 8, que uma pesquisa eleitoral seja retirada do ar após identificar indícios de formulação tendenciosa de perguntas contra o pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra (União). O levantamento, realizado pelo Instituto Media, havia sido divulgado no dia 29 de março pelo portal O Potengi, e reproduzido por outros veículos de imprensa.

A decisão foi proferida em caráter liminar pelo juiz relator Daniel Cabral Mariz Maia, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), no âmbito de representação apresentada pelo partido Republicanos, legenda aliada de Allyson no Estado. A sigla é presidida no Rio Grande do Norte pelo prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros.

Ao analisar o caso, o magistrado apontou que a pesquisa incluiu perguntas específicas que tratavam de denúncias e de uma operação da Polícia Federal associadas ao pré-candidato. A decisão aponta que não houve questionamentos semelhantes em relação a outros nomes avaliados no levantamento.

Para o relator, esse recorte indica possível indução de respostas desfavoráveis. Na prática, a pesquisa teria apresentado aos entrevistados um conteúdo potencialmente desabonador relacionado exclusivamente a Allyson, o que, em tese, compromete a neutralidade do levantamento.

“O cenário revela a formulação de perguntas capazes de induzir o entrevistado a posicionamentos negativos em relação a um único pré-candidato”, aponta a decisão, ao destacar que o conteúdo poderia influenciar a percepção do eleitorado.

A Justiça Eleitoral também considerou plausível a tese de que o levantamento pode configurar propaganda eleitoral antecipada negativa, vedada antes do início oficial da campanha. Esse tipo de irregularidade se caracteriza, entre outros aspectos, pela divulgação de conteúdo que atinja a imagem de pré-candidatos ou induza, ainda que de forma indireta, a rejeição de nomes na disputa.

Além disso, o magistrado apontou que a metodologia adotada pode comprometer a validade do registro da pesquisa. A legislação eleitoral exige que levantamentos divulgados ao público observem critérios técnicos e imparciais. Caso seja comprovada manipulação ou viés, a pesquisa pode perder eficácia jurídica e sujeitar os responsáveis a sanções.

Outro ponto considerado na decisão foi o risco de continuidade da divulgação de um conteúdo potencialmente irregular. Para o juiz, a manutenção da circulação da pesquisa poderia causar prejuízo à imagem do pré-candidato e impactar o ambiente eleitoral.

Diante disso, foi concedida decisão liminar para determinar a suspensão imediata da divulgação da pesquisa em todos os meios de comunicação. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 10 mil por cada ato de veiculação irregular.

O magistrado também determinou a citação das empresas responsáveis pela pesquisa — tanto a que realizou quanto a que contratou e divulgou o levantamento — para apresentação de defesa. Após essa etapa, o processo seguirá para análise da Procuradoria Regional Eleitoral e posterior julgamento de mérito.

A pesquisa havia sido registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo RN-07240/2026. O levantamento ouviu 2 mil eleitores entre os dias 23 e 26 de março. A margem de erro é estimada em 2,2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

Instituto nega irregularidades

Em nota, o Instituto Media Inteligência em Pesquisa afirmou que seguiu os parâmetros previstos pela legislação eleitoral ao elaborar e divulgar o levantamento. Segundo a empresa, a pesquisa observou as regras da Resolução nº 23.600/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), atualizada pela Resolução nº 23.747/2026.

O instituto sustenta que as perguntas questionadas abordaram temas de conhecimento público, relacionados a fatos amplamente divulgados, e nega que tenha havido intenção de produzir propaganda negativa antecipada contra Allyson Bezerra.

Ainda assim, a empresa informou que está cumprindo integralmente a decisão da Justiça Eleitoral, incluindo a adoção de medidas para retirada dos conteúdos relacionados aos itens apontados na decisão. Também afirmou ter solicitado, de forma solidária, que veículos de comunicação façam o mesmo.

Na nota, o instituto reafirma compromisso com “ética, transparência e rigor técnico” na condução de pesquisas e diz permanecer à disposição para esclarecimentos adicionais.

Fonte: Agora RN

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