Apodi não é apenas uma cidade no mapa.
Quem nasceu aqui sabe disso.
É Lajedo de Soledade, é Lagoa de Apodi, é Barragem de Santa Cruz, é agricultura, é comércio, é zona rural, é religiosidade e, principalmente, é um povo que carrega sua própria história.
E parte dessa história chegou à Assembleia Legislativa através do mandato de Neilton Diógenes.
Em 2023, uma iniciativa do mandato contribuiu para que a Festa de São João Batista, padroeiro de Apodi, fosse reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do Rio Grande do Norte, por meio da Lei nº 11.458/2023.
Não é pouca coisa.
Uma festa que atravessa gerações passou a ter reconhecimento oficial dentro do patrimônio cultural do Estado.
E a atuação também envolveu apoio financeiro.
Em 2024, o mandato de Neilton destinou R$ 65 mil em emendas parlamentares para o Auto de São João Batista, espetáculo tradicional realizado em Apodi.
Para quem olha de fora, pode parecer apenas uma festa.
Para quem é de Apodi, não.
É fé.
É tradição.
É família.
É cultura.
É memória.
É uma oportunidade de movimentar a cidade e mostrar para quem vem de fora um pouco daquilo que Apodi tem de melhor.
Outro exemplo foi a valorização de iniciativas ligadas à memória e à educação.
Em 2023, Neilton destacou na Assembleia a inauguração do Museu do Índio Luiza Cantofa, em Apodi, e também ressaltou o potencial do Lajedo de Soledade para atividades pedagógicas.
Tudo isso mostra uma dimensão diferente da política.
Nem todo investimento aparece como uma obra de concreto.
Às vezes, preservar a história também é investir no futuro.
E Apodi tem muita história para preservar.
Por isso, ao avaliar um mandato, o eleitor também pode olhar para aquilo que foi feito para valorizar a identidade do município.
Porque uma cidade que esquece sua história perde parte daquilo que a torna diferente.
E Apodi tem história de sobra para contar.
Por Cassinho Morais — Apodi Agora
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